O preço do prêmio de uma opção é determinado pela oferta e a demanda, mas segue uma lógica racional de acordo com a tendência do preço a vista da ação objeto, e apresenta o valor intrínseco e o valor do tempo.
Valor Intrínseco
Valor obtido pela diferença entre o preço de exercício da opção e o preço a vista da ação objeto.
Valor do Tempo
O prêmio de uma opção é teoricamente maior que o valor intrínseco, pois há a expectativa de valorização da ação, além de uma remuneração pelo risco da operação.Mas ao se aproximar da data de vencimento da opção, tal expectativa de valorização é reduzida, e com isso, o prêmio da opção converge para o valor intrínseco, e quando a opção não possui valor intrínseco, a opção vira “pó” na data de seu exercício, ou seja, custa 1 centavo.
Após a data de vencimento, as opções não exercidas não apresentam qualquer valor.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Por que é alterado o preço de exercício de uma opção?
Verificamos uma opção com preço de exercício em 40,00 reais, mas na verdade seu preço de exercício está em 39,80 reais, e seu código continua como PetrA40.
O que ocorreu a essa ação foi o pagamento de proventos (dividendos ou jutos sobre capital próprio, em 20 centavos por ação, onde o preço de exercício foi ajustado.
O que ocorreu a essa ação foi o pagamento de proventos (dividendos ou jutos sobre capital próprio, em 20 centavos por ação, onde o preço de exercício foi ajustado.
Principais termos utilizados em opções
Entenda os princiapais termos utilizados no mercado de opção
Prêmio: Valor pago pelo titular (comprador) ao vendedor da opção. O preço do prêmio é influenciado principalmente por fatores como a demanda e a oferta da opção, a diferença entre o preço atual e o preço de exercício, a volatilidade da ação e o tempo para seu exercício.
Ativo Objeto: Ativo utilizado para o lançamento da ação. Exemplo: Opção de compra – PetrA40, ativo objeto Petr4.
Mês de Vencimento: É o mês que vencerá a opção, sendo que o dia é a terceira segunda-feira de cada mês. Por exemplo, a opção PetrA, têm vencimento na terceira segunda-feira de janeiro.
Preço de Exercício: Preço pelo qual será exercida a opção.
Prêmio: Valor pago pelo titular (comprador) ao vendedor da opção. O preço do prêmio é influenciado principalmente por fatores como a demanda e a oferta da opção, a diferença entre o preço atual e o preço de exercício, a volatilidade da ação e o tempo para seu exercício.
Ativo Objeto: Ativo utilizado para o lançamento da ação. Exemplo: Opção de compra – PetrA40, ativo objeto Petr4.
Mês de Vencimento: É o mês que vencerá a opção, sendo que o dia é a terceira segunda-feira de cada mês. Por exemplo, a opção PetrA, têm vencimento na terceira segunda-feira de janeiro.
Preço de Exercício: Preço pelo qual será exercida a opção.
Marcadores:
opção,
opção de compra,
opção de venda,
preço de exercício,
prêmio,
vencimento
O QUE SÃO OPÇÕES?
OPÇÕES
São direitos negociados, de compra ou de venda de uma ação, com preços e prazos já estabelecidos.
Pelo direito de comprar ou venda uma ação em uma data x, como por exemplo, no mês seguinte, deve-se pagar um valor, o chamado “prêmio”.
Opção de Compra
A opção de compra concede ao titular poder exercer a compra da ação na data pré-estabelecida, no preço acordado, se este for atraente ao titular.
Exemplo:
O detentor da opção PETRA40 exercerá o direito de compra de Petr4, apenas se em 18 de janeiro (terceira segunda-feira do mês), a ação estiver abaixo do preço do exercício, pois caso contrário será preferível comprar a mercado, caso a ação estiver mais barata.
Opção de Venda
A opção de venda concede ao titular poder exercer a venda da ação na data pré-estabelecida, no preço acordado, se este for atraente ao titular.
Exemplo:
O detentor da opção PETRM40 exercerá o direito de venda de Petr4, apenas se em 18 de janeiro (terceira segunda-feira do mês), a ação estiver acima do preço do exercício, pois caso contrário será preferível vender a mercado, caso a ação estiver mais cara.
AS OPÇÕES DE COMPRA APRESENTAM EM NOSSO MERCADO LIQUIDEZ MUITO SUPERIOR ÀS DAS OPÇÕES DE VENDA.
São direitos negociados, de compra ou de venda de uma ação, com preços e prazos já estabelecidos.
Pelo direito de comprar ou venda uma ação em uma data x, como por exemplo, no mês seguinte, deve-se pagar um valor, o chamado “prêmio”.
Opção de Compra
A opção de compra concede ao titular poder exercer a compra da ação na data pré-estabelecida, no preço acordado, se este for atraente ao titular.
Exemplo:
O detentor da opção PETRA40 exercerá o direito de compra de Petr4, apenas se em 18 de janeiro (terceira segunda-feira do mês), a ação estiver abaixo do preço do exercício, pois caso contrário será preferível comprar a mercado, caso a ação estiver mais barata.
Opção de Venda
A opção de venda concede ao titular poder exercer a venda da ação na data pré-estabelecida, no preço acordado, se este for atraente ao titular.
Exemplo:
O detentor da opção PETRM40 exercerá o direito de venda de Petr4, apenas se em 18 de janeiro (terceira segunda-feira do mês), a ação estiver acima do preço do exercício, pois caso contrário será preferível vender a mercado, caso a ação estiver mais cara.
AS OPÇÕES DE COMPRA APRESENTAM EM NOSSO MERCADO LIQUIDEZ MUITO SUPERIOR ÀS DAS OPÇÕES DE VENDA.
Marcadores:
mês de exercício,
opção,
opção de compra,
opção de venda,
prêmio
sábado, 26 de dezembro de 2009
Aprenda a fazer Day Trade com Opções da Vale5 e Petr4
Aprenda a lucrar com operações de Day Trade com as opções da Vale5 e Petr4.
Agenda:
10/01 - Day Trade - Rio de Janeiro - Vagas Encerradas
17/01 - Day Trade - São Paulo - Últimas Vagas
24/01 - Day Trade - Rio de Janeiro -
31/01 - Day Trade - Brasília -
07/02 - Day Trade - Porto Alegre -
14/02 - Day Trade - Campinas -
21/02 - Day Trade - Florianópolis -
14/03 - Day Trade - Goiânia -
21/03 - Day Trade - Ribeirão Preto -
28/03 - Day Trade - Curitiba -
18/04 - Day Trade - Fortaleza -
25/04 - Day Trade - Belo Horizonte -
30/05 - Day Trade - Recife -
INSCRIÇÕES E OUTRAS INFORMAÇÕES EM: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=5
Agenda:
10/01 - Day Trade - Rio de Janeiro - Vagas Encerradas
17/01 - Day Trade - São Paulo - Últimas Vagas
24/01 - Day Trade - Rio de Janeiro -
31/01 - Day Trade - Brasília -
07/02 - Day Trade - Porto Alegre -
14/02 - Day Trade - Campinas -
21/02 - Day Trade - Florianópolis -
14/03 - Day Trade - Goiânia -
21/03 - Day Trade - Ribeirão Preto -
28/03 - Day Trade - Curitiba -
18/04 - Day Trade - Fortaleza -
25/04 - Day Trade - Belo Horizonte -
30/05 - Day Trade - Recife -
INSCRIÇÕES E OUTRAS INFORMAÇÕES EM: http://www.seuconsultorfinanceiro.com.br/cursosPresencial_Curso.php?idPai=5
Marcadores:
Day Trade,
Day Trade com opções,
opções,
Petr4,
Vale5,
Viver de Day Trade
Até o Bin Laden especula com Derivativos!
Especulação nos mercados futuros pode ter multiplicado a fortuna de Osama Bin Laden
Por Lucia Kassai da Isto é dinheiro - Vivo ou morto: como no Velho Oeste, cartazes pedem a cabeça do terrorista suspeito de agir nas bolsas
O homem que luta contra o estilo de vida capitalista dos americanos é, ironicamente, ele mesmo um grande capitalista e, pelo que investigam autoridades dos Estados Unidos, um exímio jogador. Os terroristas podem ter lucrado com o conhecimento prévio dos atentados. “Se Osama Bin Laden fez a aposta certa, pode ter multiplicado seus ganhos por 30”, calcula Kristian Leuthold, especialista do banco UBS em Zurique, na Suíça. “Hipoteticamente, sua fortuna estimada em US$ 300 milhões salta para US$ 9 bilhões.” A Bolsa de Chicago detectou movimentações estranhas nos dias anteriores ao ataque. O foco são operações de venda a descoberto, em que os especuladores vendem ações imaginando que o preço vá cair, para comprar mais tarde, a preço menor. Observou-se uma procura anormal por esse tipo de operação em relação às ações das companhias aéreas United Airlines e American Airlines, com negociações 285 vezes acima da média. O mesmo ocorreu com os papéis do Morgan Stanley, banco que ocupava 22 andares do World Trade Center, cujo movimento foi 25 vezes superior ao normal.
Agentes da CIA, FBI, Receita Federal, serviço de alfândega e hackers rastreiam os investimentos de Bin Laden no mercado financeiro. No Brasil, não há registro de movimentação, mas o BC investiga pessoas supostamente ligadas ao terrorista. Um deles é o prefeito de Chuí (RS), Mohamad Kassem Jomaa (PFL). Não foi registrada nenhuma transferência para o território afegão, que abriga o milionário saudita. Encontrar o dinheiro de Bin Laden não será tarefa fácil. “Muita gente procurou pelo dinheiro do ditador iraquiano Saddam Hussein por anos e não encontrou”, lembra Judith Kipper, especialista de Washington. Bin Laden movimenta seu dinheiro por meio de um sistema bancário paralelo chamado de “hawala”. Por meio dele, os recursos nunca atravessam fronteiras. Como o esquema se baseia na total confiança, sua quebra invariavelmente acaba na morte do traidor. No “hawala” há sempre a figura do intermediário. Caso Bin Laden queira financiar colaboradores em algum país, o pagamento é feito por um “laranja” local, que passa a ter créditos com o terrorista em outro mercado. Dessa forma, todos evitam a movimentação de dinheiro pela fronteira e o rastreamento do dinheiro fica praticamente impossível. Os recursos são utilizados para sustentar uma rede de 3 mil terroristas em todo o mundo...
Fonte: Isto é dinheiro, caderno especial de 21 de setembro de 2001.
Por Lucia Kassai da Isto é dinheiro - Vivo ou morto: como no Velho Oeste, cartazes pedem a cabeça do terrorista suspeito de agir nas bolsas
O homem que luta contra o estilo de vida capitalista dos americanos é, ironicamente, ele mesmo um grande capitalista e, pelo que investigam autoridades dos Estados Unidos, um exímio jogador. Os terroristas podem ter lucrado com o conhecimento prévio dos atentados. “Se Osama Bin Laden fez a aposta certa, pode ter multiplicado seus ganhos por 30”, calcula Kristian Leuthold, especialista do banco UBS em Zurique, na Suíça. “Hipoteticamente, sua fortuna estimada em US$ 300 milhões salta para US$ 9 bilhões.” A Bolsa de Chicago detectou movimentações estranhas nos dias anteriores ao ataque. O foco são operações de venda a descoberto, em que os especuladores vendem ações imaginando que o preço vá cair, para comprar mais tarde, a preço menor. Observou-se uma procura anormal por esse tipo de operação em relação às ações das companhias aéreas United Airlines e American Airlines, com negociações 285 vezes acima da média. O mesmo ocorreu com os papéis do Morgan Stanley, banco que ocupava 22 andares do World Trade Center, cujo movimento foi 25 vezes superior ao normal.
Agentes da CIA, FBI, Receita Federal, serviço de alfândega e hackers rastreiam os investimentos de Bin Laden no mercado financeiro. No Brasil, não há registro de movimentação, mas o BC investiga pessoas supostamente ligadas ao terrorista. Um deles é o prefeito de Chuí (RS), Mohamad Kassem Jomaa (PFL). Não foi registrada nenhuma transferência para o território afegão, que abriga o milionário saudita. Encontrar o dinheiro de Bin Laden não será tarefa fácil. “Muita gente procurou pelo dinheiro do ditador iraquiano Saddam Hussein por anos e não encontrou”, lembra Judith Kipper, especialista de Washington. Bin Laden movimenta seu dinheiro por meio de um sistema bancário paralelo chamado de “hawala”. Por meio dele, os recursos nunca atravessam fronteiras. Como o esquema se baseia na total confiança, sua quebra invariavelmente acaba na morte do traidor. No “hawala” há sempre a figura do intermediário. Caso Bin Laden queira financiar colaboradores em algum país, o pagamento é feito por um “laranja” local, que passa a ter créditos com o terrorista em outro mercado. Dessa forma, todos evitam a movimentação de dinheiro pela fronteira e o rastreamento do dinheiro fica praticamente impossível. Os recursos são utilizados para sustentar uma rede de 3 mil terroristas em todo o mundo...
Fonte: Isto é dinheiro, caderno especial de 21 de setembro de 2001.
Marcadores:
Bin Laden,
BMF,
Bovespa,
Day Trade,
derivativos,
futuro,
Home Broker,
opções,
termo
Entenda o Hedge
O hedge (proteção) pode ser entendido como um seguro contra o risco de mercado. É a operação realizada no mercado futuro que visa fixar antecipadamente o preço de uma mercadoria ou ativo de forma a neutralizar o impacto de mudanças adversas no nível de preços do mercado à vista. Para realizar essa proteção, o agente econômico, sujeito ao risco de preço no mercado à vista, deve realizar hoje, no mercado futuro, a operação que realizará futuramente no mercado à vista. O preço obtido na sua posição de entrada no mercado futuro será o preço que estará garantido ao final de toda a operação.
Exemplo prático de Hedge:
Caso você tenha que fazer uma viagem ao exterior, que está apenas programada para o outro ano, e você acha que o real está valorizado e espera que em breve ele se desvalorize, para não arriscar que isso aconteça e acarrete em um prejuízo no momento da viagem, você pode se antecipar investindo em um fundo cambial, e com isso, seu poder de compra da moeda estrangeira não será afetado por possíveis variações cambiais, pois você estará “hedgiado” – protegido – porque seu fundo irá seguir a variação cambial.
Exemplo prático de Hedge:
Caso você tenha que fazer uma viagem ao exterior, que está apenas programada para o outro ano, e você acha que o real está valorizado e espera que em breve ele se desvalorize, para não arriscar que isso aconteça e acarrete em um prejuízo no momento da viagem, você pode se antecipar investindo em um fundo cambial, e com isso, seu poder de compra da moeda estrangeira não será afetado por possíveis variações cambiais, pois você estará “hedgiado” – protegido – porque seu fundo irá seguir a variação cambial.
Letras Gregas servem para alguma coisa?
A QUEBRA DO HEDGE FUND LONG TERM CAPITAL MANAGEMENT
O fundo de hedge[1] Long Term Capital Management que recebeu em 1998 US$ 3.6 bilhões de quinze instituições financeiras, tinha entre seus administradores grandes profissionais do mercado financeiro e acadêmicos como o ganhador do Prêmio Nobel da economia Myron Scholes, um dos criadores do modelo Black & Scholes, muito utilizado na precificação de opções.
O Long Term Capital Management chegou a apresentar níveis de alavancagem de até 250 vezes seu Patrimônio Líquido. Foi o responsável por 30% da volatilidade do principal índice francês de ações (CAC40) durante o primeiro semestre de 1998. Devido a sua alta alavancagem, após sua quebra, o fundo necessitou de um socorro de US$ 3.6 bilhões, e custou o emprego de importantes executivos no mercado financeiro norte-americano e europeu, além de perdas volumosas para várias instituições, como o Union Bank of Switzerland, que apresentou um prejuízo de US$ 700 milhões relacionado ao Long Term Capital Mangement.
[1] Ao contrário do nome, estes fundos de investimento são de administração ativa, geralmente operado com agressividade e em busca de prêmio de risco elevado com a aplicação em mercados emergentes como o do Brasil.
O fundo de hedge[1] Long Term Capital Management que recebeu em 1998 US$ 3.6 bilhões de quinze instituições financeiras, tinha entre seus administradores grandes profissionais do mercado financeiro e acadêmicos como o ganhador do Prêmio Nobel da economia Myron Scholes, um dos criadores do modelo Black & Scholes, muito utilizado na precificação de opções.
O Long Term Capital Management chegou a apresentar níveis de alavancagem de até 250 vezes seu Patrimônio Líquido. Foi o responsável por 30% da volatilidade do principal índice francês de ações (CAC40) durante o primeiro semestre de 1998. Devido a sua alta alavancagem, após sua quebra, o fundo necessitou de um socorro de US$ 3.6 bilhões, e custou o emprego de importantes executivos no mercado financeiro norte-americano e europeu, além de perdas volumosas para várias instituições, como o Union Bank of Switzerland, que apresentou um prejuízo de US$ 700 milhões relacionado ao Long Term Capital Mangement.
[1] Ao contrário do nome, estes fundos de investimento são de administração ativa, geralmente operado com agressividade e em busca de prêmio de risco elevado com a aplicação em mercados emergentes como o do Brasil.
Marcadores:
blach and scholes,
letras gregas,
opção,
opções,
precificação de opções
ENTENDA O MERCADO DE DERIVATIVOS
Derivativos são ativos financeiros cujo valor resulta (deriva) do valor de outro ativo financeiro (ou mercadoria) negociado no mercado à vista, podendo ser caracterizados como: contratos a termo, contratos futuros, opções de compra e venda, operações de swaps, entre outros.
O que se busca nos mercados derivativos é a transferência dos riscos de preço inerentes à atividade econômica entre os seus participantes. A criação desse mercado deu-se basicamente à necessidade de produtores agrícolas se protegeram das quedas dos preços, e dos compradores das altas. Com isso a produção futura já tinha seu preço definido, evitando assim surpresas tanto para o vendedor quanto ao comprador. Contudo, os mercados derivativos viabilizam aos agentes produtivos realizar operações que possam proteger do risco da variação do preço, as posições detidas no mercado a vista (operações de hedge).
No mercado de derivativos os clientes são representados por três principais clientes:
- hedgers: buscam realizar operações (de compra de compra ou venda a futuro) que possam proteger do risco de preço as posições detidas no mercado a vista.
- especuladores: buscam realizar ganhos através da especulação assumindo o risco da variação dos preços, e com isso são de grande utilidade ao mercado ao garantir a liquidez do mesmo.
- arbitradores: buscam tirar proveito da variação na diferença entre o preço de dois ativos ou mercados, ou das expectativas futuras da mudança nessa diferença. Assim como os especuladores, também são de grande utilidade, pois garantem que o preço negociado a futuro seja “justo” em relação ao preço a vista.
MERCADOS
Futuro: em que as partes assumem compromisso de compra e/ou venda para liquidação (física e/ou financeira) em data futura, contando com o ajuste diário do valor dos contratos, que é o mecanismo que possibilita a liquidação financeira diária de lucros e prejuízos das posições.
Opções sobre disponível: em que uma parte adquire de outra o direito de comprar – opção de compra (call) – ou vender – opção de venda (put) – o instrumento-objeto de negociação, até ou em determinada data, por preço previamente estipulado.
Opções sobre futuro: em que uma parte adquire de outra o direito de comprar – opção de compra – ou vender – opção de venda – contratos futuros de um ativo ou commodity, até ou em determinada data, por preço previamente estipulado.
Opções flexíveis: semelhantes às opções de pregão (sobre disponível e sobre futuro), com a diferença de que são as partes que definem alguns de seus termos, como preço de exercício, vencimento e tamanho de contrato. São negociadas em balcão e registradas na Bolsa via sistema eletrônico, com as partes também determinando se o contrato de opção de compra ou de venda terá ou não a garantia da BM&F.
Swaps: como as opções flexíveis, são contratos negociados em balcão e registrados na BM&F via sistema eletrônico. Nesse caso, as partes trocam um índice de rentabilidade por outro, com o intuito de fazer hedge, casar posições ativas com posições passivas, eqüalizar preços, arbitrar mercados ou até alavancar sua exposição ao risco. Os contratos têm grande flexibilidade de especificação (baixa padronização). Para tanto as partes devem escolher a combinação de variáveis apropriada a sua operação e definir as características do contrato, como preço, prazo e tamanho, optando igualmente pela garantia ou não da Bolsa.
Termo: semelhante ao mercado futuro, em que é assumido o compromisso de compra e/ou venda para a liquidação em data futura. No mercado a termo, porém, não há ajuste diário nem intercambialidade de posições, ficando as partes vinculadas uma à outra até a liquidação do contrato.
Fonte: BM&F
BM&F
A Bolsa de Mercadorias & Futuros - BM&F, em fase de fusão com a Bovespa, é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que tem por objetivo, dentre outros, organizar, prover o funcionamento e desenvolver mercados livres e abertos para negociação de quaisquer espécies de títulos e/ou contratos que possuam como referência, ou tenham como objeto, ativos financeiros, índices, indicadores, taxas, mercadorias (também chamadas “commodities”) e moedas, nas modalidades a vista (também chamado mercado disponível) e para liquidação futura (mercados a termo, de opções e de futuros).
WebTrading BM&F (WTr)
Plataforma de negociação de minicontratos derivativos via internet especialmente voltado aos pequenos investidores. Os minicontratos são contratos futuros de formato reduzido com negociação exclusiva no WTr. Os minicontratos possuem características operacionais bastante semelhantes às dos contratos futuros negociados no mercado-padrão, diferenciando-se, de forma geral, somente em tamanho (10% do valor do contrato tradicional). As ordens são colocadas diretamente pelo cliente, por meio de interface simplificada, no site da Corretora BM&F por ele escolhida.
Minicontratos
Volume de referência
Dólar...............US$ 5.000,00
Ibovespa......... R$ 0,30
Boi gordo........ 33 arrobas
Café arábica.....10 sacas de 60 quilos
Margem de garantia
Dólar...............US$ 1.080,00
Ibovespa.........R$ 960,00
Boi gordo.........R$ 144,00
Café arábica.....R$ 216,00
Fonte: BM&F
Câmara de Compensação (Clearing House)
O bom funcionamento dos mercados derivativos requer que seus participantes tenham total certeza de que seus ganhos serão recebidos e de que suas operações de compra e venda serão liquidadas nas condições e no prazo estabelecidos. Tal certeza é proporcionada, pelas câmaras de registro, compensação e liquidação, também chamadas de clearings, mediante um sistema de compensação que chama para si a responsabilidade pela liquidação dos negócios, transformando-se no comprador para o vendedor e no vendedor para o comprador, assegurando que as operações realizadas sejam efetivamente liquidadas, independentemente das respectivas contrapartes na negociação. Assim, as clearings, atuam como contraparte central para todos os Agentes de Compensação, garantindo a liquidação de todos os negócios.
O que se busca nos mercados derivativos é a transferência dos riscos de preço inerentes à atividade econômica entre os seus participantes. A criação desse mercado deu-se basicamente à necessidade de produtores agrícolas se protegeram das quedas dos preços, e dos compradores das altas. Com isso a produção futura já tinha seu preço definido, evitando assim surpresas tanto para o vendedor quanto ao comprador. Contudo, os mercados derivativos viabilizam aos agentes produtivos realizar operações que possam proteger do risco da variação do preço, as posições detidas no mercado a vista (operações de hedge).
No mercado de derivativos os clientes são representados por três principais clientes:
- hedgers: buscam realizar operações (de compra de compra ou venda a futuro) que possam proteger do risco de preço as posições detidas no mercado a vista.
- especuladores: buscam realizar ganhos através da especulação assumindo o risco da variação dos preços, e com isso são de grande utilidade ao mercado ao garantir a liquidez do mesmo.
- arbitradores: buscam tirar proveito da variação na diferença entre o preço de dois ativos ou mercados, ou das expectativas futuras da mudança nessa diferença. Assim como os especuladores, também são de grande utilidade, pois garantem que o preço negociado a futuro seja “justo” em relação ao preço a vista.
MERCADOS
Futuro: em que as partes assumem compromisso de compra e/ou venda para liquidação (física e/ou financeira) em data futura, contando com o ajuste diário do valor dos contratos, que é o mecanismo que possibilita a liquidação financeira diária de lucros e prejuízos das posições.
Opções sobre disponível: em que uma parte adquire de outra o direito de comprar – opção de compra (call) – ou vender – opção de venda (put) – o instrumento-objeto de negociação, até ou em determinada data, por preço previamente estipulado.
Opções sobre futuro: em que uma parte adquire de outra o direito de comprar – opção de compra – ou vender – opção de venda – contratos futuros de um ativo ou commodity, até ou em determinada data, por preço previamente estipulado.
Opções flexíveis: semelhantes às opções de pregão (sobre disponível e sobre futuro), com a diferença de que são as partes que definem alguns de seus termos, como preço de exercício, vencimento e tamanho de contrato. São negociadas em balcão e registradas na Bolsa via sistema eletrônico, com as partes também determinando se o contrato de opção de compra ou de venda terá ou não a garantia da BM&F.
Swaps: como as opções flexíveis, são contratos negociados em balcão e registrados na BM&F via sistema eletrônico. Nesse caso, as partes trocam um índice de rentabilidade por outro, com o intuito de fazer hedge, casar posições ativas com posições passivas, eqüalizar preços, arbitrar mercados ou até alavancar sua exposição ao risco. Os contratos têm grande flexibilidade de especificação (baixa padronização). Para tanto as partes devem escolher a combinação de variáveis apropriada a sua operação e definir as características do contrato, como preço, prazo e tamanho, optando igualmente pela garantia ou não da Bolsa.
Termo: semelhante ao mercado futuro, em que é assumido o compromisso de compra e/ou venda para a liquidação em data futura. No mercado a termo, porém, não há ajuste diário nem intercambialidade de posições, ficando as partes vinculadas uma à outra até a liquidação do contrato.
Fonte: BM&F
BM&F
A Bolsa de Mercadorias & Futuros - BM&F, em fase de fusão com a Bovespa, é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que tem por objetivo, dentre outros, organizar, prover o funcionamento e desenvolver mercados livres e abertos para negociação de quaisquer espécies de títulos e/ou contratos que possuam como referência, ou tenham como objeto, ativos financeiros, índices, indicadores, taxas, mercadorias (também chamadas “commodities”) e moedas, nas modalidades a vista (também chamado mercado disponível) e para liquidação futura (mercados a termo, de opções e de futuros).
WebTrading BM&F (WTr)
Plataforma de negociação de minicontratos derivativos via internet especialmente voltado aos pequenos investidores. Os minicontratos são contratos futuros de formato reduzido com negociação exclusiva no WTr. Os minicontratos possuem características operacionais bastante semelhantes às dos contratos futuros negociados no mercado-padrão, diferenciando-se, de forma geral, somente em tamanho (10% do valor do contrato tradicional). As ordens são colocadas diretamente pelo cliente, por meio de interface simplificada, no site da Corretora BM&F por ele escolhida.
Minicontratos
Volume de referência
Dólar...............US$ 5.000,00
Ibovespa......... R$ 0,30
Boi gordo........ 33 arrobas
Café arábica.....10 sacas de 60 quilos
Margem de garantia
Dólar...............US$ 1.080,00
Ibovespa.........R$ 960,00
Boi gordo.........R$ 144,00
Café arábica.....R$ 216,00
Fonte: BM&F
Câmara de Compensação (Clearing House)
O bom funcionamento dos mercados derivativos requer que seus participantes tenham total certeza de que seus ganhos serão recebidos e de que suas operações de compra e venda serão liquidadas nas condições e no prazo estabelecidos. Tal certeza é proporcionada, pelas câmaras de registro, compensação e liquidação, também chamadas de clearings, mediante um sistema de compensação que chama para si a responsabilidade pela liquidação dos negócios, transformando-se no comprador para o vendedor e no vendedor para o comprador, assegurando que as operações realizadas sejam efetivamente liquidadas, independentemente das respectivas contrapartes na negociação. Assim, as clearings, atuam como contraparte central para todos os Agentes de Compensação, garantindo a liquidação de todos os negócios.
Assinar:
Postagens (Atom)
